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Escrito em 12/04/2018

A vida pela Amazônia

série de 12 documentários, que também relata os inúmeros missionários católicos assassinados

Pedro Miskalo

Pedro Miskalo

Revista Mundo e Missão

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A luta pela saúde do “pulmão do planeta”, dos povos que o habitam e de suas riquezas naturais, culturais e espirituais é fecundada pelo sangue dos mártires. Para sensibilizar sobre a urgência de frear e depredação dos recursos e o progressivo desaparecimento de mais de 400 povos indígenas que vivem na Amazônia, nasceu a “Vida pela Amazônia”, uma série de 12 documentários, que também relata os inúmeros missionários católicos assassinados enquanto acompanhavam, evangelizavam e lutavam pelos direitos dos indígenas.

O massacre de Dom Alejandro Labaka, capuchinho e bispo do vicariado apostólico de Aguarico, na Amazônia equatoriana, juntamente com o da religiosa colombiana, Inês Arango, e do padre jesuíta Vicente de Cañas em Mato Grosso (todos em 2017), compõe os primeiros dois capítulos da série produzida pela Rede Eclesial Pan-amazônia (Repam) em colaboração com a Signis ALC (ramo latino-americano e caribenho da Associação Católica Mundial de Comunicação). 

Inspirada na Encíclica “Laudato Si” e em preparação ao Sínodo Extraordinário para a Pan-amazônia, a série “promove a formação dos catequistas, agentes de pastoral e líderes sociais interessados na defesa e no cuidado da Casa Comum e na construção de uma Igreja com rosto e espírito amazônico”, diz o guia para o uso didático dos vídeos.

O documento ensina “a amar as culturas, as tradições, as cosmovisões, os estilos e ritmos de vida das pessoas da Amazônia e apoia seus processos de libertação da dramática opressão que as condena a um lento genocídio. Genocídio denunciado por organizações indígenas eclesiais, como a Repam, e civis, como a Survival International e Servindi, de ativistas e parlamentares sul-americanos”.

 

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