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Escrito em 18 de Fevereiro por Fúlvio Costa

Igreja de Goiânia envia 17 novos ministros da Palavra

O papel dos ministros da Palavra é auxiliar bispos, padres e diáconos no ordenamento da mesa da Palavra

Imagem Homilias

O arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, presidiu a missa de envio de novos ministros extraordinários da Palavra, no dia 18 de fevereiro, na Catedral Metropolitana. Ao todo, foram enviados 17 novos ministros. “O papel dos ministros da Palavra é auxiliar bispos, padres e diáconos no ordenamento da mesa da Palavra, sublime ofício da Igreja. É importante aos novos ministros viver fervorosamente a Palavra de Deus para tornar-se autênticos missionários, ensinando a observar e proclamar a Palavra de Deus, pelo desejo de edificar a Igreja”, destacou Dom Washington em sua homilia. De acordo com o responsável pela formação dos ministros da Palavra, diácono Sérgio Antônio Novato Neto, agora, o grupo está apto a, na ausência de um diácono ou padre, presidir a celebração da Palavra de Deus.

Fotos: Rudger Remígio

Flausina Alves de Oliveira, da Paróquia Santa Luzia, de Aragoiânia, é membro da Pastoral da Criança e, nessa atuação, sentiu o chamado para ser ministra da Palavra. “Na pastoral em que atuo há sempre um momento de celebração e leitura do evangelho em que nós comentamos. E eu sempre fiz essa parte. O ministério da Palavra me ajudou a ter mais clareza, formação e segurança sobre o que eu falo e também poderei contribuir mais em minha paróquia”, afirmou. 

Quaresma

Dom Washington também falou sobre o tempo quaresmal iniciado com a Quarta-feira de Cinzas. “Voltamos à verdade sem máscaras após o carnaval”, afirmou. Ele comentou leituras bíblicas do Antigo Testamento, a aliança que Deus fez com o seu povo, apontando para o evangelho do dia (Mc 1,12-15) que narra as tentações que Jesus sofreu, pelo demônio, no deserto. “O deserto é o lugar da prova, da tentação, da luta, onde quem passa ali experimenta a fome, a sede, a desorientação e o desânimo. Na provação, o homem escolhe. É o teste da fidelidade nas horas difíceis”, explicou. Na Quaresma, conforme o arcebispo, o povo de Deus é chamado a fazer com Cristo a experiência do deserto como um longo retiro, para depois experimentar o frescor da água. “É o tempo de recordar, de reviver a aliança de amor pelo Batismo. É tempo também de nos libertar-nos e fixar-nos no essencial, e de nos encontrar com a verdade, os limites e pecados, abrindo-nos sempre à conversão e à mudança de vida”, concluiu. 

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