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Escrito em 26/02/2020 por Marcos Paulo Mota

Dom Washington Cruz preside Santa Missa de Cinzas, que abre o período da Quaresma

Hoje, a Igreja dá início ao tempo da Quaresma, impondo-nos cinzas sobre a cabeça, em sinal do pó que somos e do pó que havemos de ser

Imagem Homilias

No dia 26 de fevereiro, quando a Igreja do mundo todo celebrou a Quarta-feira de Cinzas, Dom Washington Cruz presidiu Santa Missa, com a imposição das cinzas, na Catedral Metropolitana, e o monsenhor Aldorando Mendes concelebrou. O arcebispo iniciou sua reflexão falando sobre a Quaresma: “Hoje, a Igreja dá início ao tempo da Quaresma, impondo-nos cinzas sobre a cabeça, em sinal do pó que somos e do pó que havemos de ser, e apertando-nos o estômago com o jejum e a abstinência, em remédio de nossas desordens e para melhor nos dispor à luta espiritual dos próximos dias. E para que dessa luta – cujas armas são a caridade, a oração e o jejum –, saiamos na Páscoa vitoriosos, como saiu Cristo da sepultura, convém ter ideias claras sobre o sentido da penitência cristã”.

Como explicou Dom Washington, no jejum estão incluídas todas as formas de penitência, as escolhas e as necessárias renúncias e sacrifícios para correspondermos aos caminhos de Deus. Não existe vida cristã autêntica sem seguir os Mandamentos de Deus e sem obedecer ao Evangelho de Cristo; e isso requer uma disciplina na vida e também sacrifícios e “cruzes”. O exercício do jejum deve ser um auxílio para a nossa conversão a Deus.

A esmola – continuou o arcebispo –, nos faz entender que toda forma de caridade e de solidariedade fraterna é válida. Somos reconhecidos como cristãos através do amor a Deus e ao próximo; mas a tentação do egoísmo e do fechamento diante das necessidades do próximo é grande! A Quaresma nos estimula na prática das obras de misericórdia; sobre elas deveremos, um dia, responder diante de Deus: “eu tive fome... tive sede... estava sem roupa, sem casa, na prisão, doente...” (cf. Mt 25). 

Dom Washington explicou também que a oração é um exercício quaresmal e envolve nossa comunhão e familiaridade com Deus, nas quais devemos crescer e nos aprofundar ao longo da vida. “Não existe vida cristã sem comunhão com Deus e essa se traduz na escuta atenta e assídua da Palavra de Deus, na oração pessoal e comunitária e na vivência da ‘amizade com Deus’. O cristão não é um estranho a Deus, mas um filho de Deus; bom filho não esquece do pai nem fica longe, sem ligar para ele.” 

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