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Escrito em 07/12/2019 por Fúlvio Costa

Sejam “estrelas” que nos guiam, no caminho da esperança, diz Dom Washington Cruz aos cinco novos padres da Arquidiocese de Goiânia

A Catedral estava lotada de fiéis, familiares e amigos dos ordinandos. Concelebraram os bispos auxiliares, Dom Levi Bonatto e Dom Moacir Silva Arantes

Imagem Homilias
Fotos: Rudger Remígio

O dia 7 de dezembro foi uma data histórica para a Arquidiocese de Goiânia. É que o nosso arcebispo, Dom Washington Cruz, presidiu a ordenação de cinco novos padres. São eles: Diêmersom Bento de Araújo, José Victor Cabral Dutra, Marcos Paulo Vilela de Assis, Thiago Martins Borges e Vilmar Antônio Barreto. 

A Catedral estava lotada de fiéis, familiares e amigos dos ordinandos. Concelebraram os bispos auxiliares, Dom Levi Bonatto e Dom Moacir Silva Arantes, bem como dezenas de padres do Clero Arquidiocesano. Serviram ao altar vários diáconos e seminaristas. 

No rito de ordenação, o presidente chamou os candidatos um a um. Em seguida, o reitor do Seminário São João Maria Vianney, mons. Dilmo Franco, nomeado bispo auxiliar para a Diocese de Anápolis (GO), disse ao arcebispo: “Reverendíssimo Pai, a Santa Mãe Igreja pede que ordenes para a função de presbíteros estes nossos irmãos” e, em seguida, Dom Washington perguntou: “Podes dizer-me se eles são dignos deste ministério?”. Mons. Dilmo confirmou: “Tendo interrogado o povo de Deus e ouvido os responsáveis, dou testemunho de que foram considerados dignos”. O arcebispo, por sua vez, concluiu: “com o auxílio de Deus e de Jesus Cristo, nosso Salvador, escolhemos estes nossos irmãos para a Ordem do Presbiterado. Graças a Deus!”.

O rito seguiu com a homilia de Dom Washington, que fez menção ao sim de Maria. “No seu “sim” incondicional a Deus, a humanidade inteira se vê representada. Por meio dela, vem a nós aquele a quem o livro do Apocalipse chama de ‘O vivente’, Jesus Cristo, o Verbo Eterno que, vindo ao mundo diz: ‘Eis que venho, ó Pai, para fazer tua vontade’. No encontro destes dois ‘sim’ se realiza a salvação de Deus.”

Aos ordinandos, chamados e apresentados para serem presbíteros da Igreja, o arcebispo disse que eles também são uma bênção para a nossa Igreja. “Se aqui vocês estão, se daqui a pouco vocês se prostrarão ao canto das Ladainhas, é porque, como o coração de Maria, os seus corações foram atraídos pelo coração de Deus, por Deus amor, sempre vivo, irradiante e total.” Dom Washington dirigiu palavras para cada um dos diáconos exortando-os a serem sacerdotes para o povo. “Não sejam ‘vedetes’ que nos cegam, mas ‘estrelas’ que nos guiam, no caminho da esperança.” O padre, conforme o arcebispo, tem a missão de “fazer o céu descer até nós e nos preparar para recebê-lo de braços abertos. Um padre, ungido do Senhor, é chamado a sair de si mesmo, a derramar o óleo da consolação e o vinho da esperança, sobre as feridas e os feridos do seu povo”. Ele ressaltou ainda que “o padre não precisa, por assim dizer, ter um lugar de destaque e um futuro garantido, na sociedade, porque ‘a porção da sua herança é o Senhor’” (Sl 15,5).

Ao fim da homilia, Dom Washington deixou uma interpelação vocacional aos jovens. “Estou certo que Deus, hoje, pela ação do Espírito Santo, falou ao coração de muitos aqui e semeou a semente da vocação de consagração na Igreja. Não tenham medo. Não é fácil, hoje, acolher este apelo. Deus está conosco e acompanha-nos e o Espírito Santo fortalece-nos na resposta aos apelos que Deus nos faz. Que assim seja!”.

Após ordenados, os neossacerdotes foram saudados pelo povo na Catedral. Os cumprimentos foram feitos na Cidade da Comunhão (CPDF).

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