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Escrito em 11 de Junho por Canção Nova Notícias

Pastorais e organismos da CNBB organizam a 33ª Semana do Migrante

Proposta da Semana é promover a “cultura do encontro” e reforçar direitos dos migrantes e refugiados

Imagem Homilias

Será realizada de 17 a 24 de junho a 33ª Semana Nacional do Migrante, com o tema “A vida é feita de encontros” e o lema “Braços abertos sem medo para acolher!”. O evento é preparado pelas pastorais e organismos vinculados à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que atuam com a causa migratória 

Além das pastorais e organismos da CNBB, outras instituições ligadas ao atendimento e acompanhamento de migrantes e refugiados colaboraram com o Serviço Pastoral do Migrante e a Cáritas Brasileira nesta ocasião.

O bispo de Pesqueira (PE) e referencial do Setor Pastoral da Mobilidade Humana da CNBB, Dom José Luiz Ferreira Sales, considera que, para a Igreja, é muito importante reforçar os direitos dos migrantes, refugiados e das diversas categorias migratórias. “Esse dever-desafio encontra sentido quando denunciamos, por exemplo, o trabalho escravo e o tráfico de pessoas, uma vez que, não podemos, em hipótese alguma, permitir tais violações”.

O objetivo é promover a “cultura do encontro”, tão motivada pelo Papa Francisco, “fazendo crescer os espaços e as oportunidades para que os imigrantes e as comunidades locais possam se reunir, dialogar e passar à ação”, de acordo com a proposta divulgada.

A edição deste ano está em sintonia com a campanha mundial da Cáritas “Compartilhe a viagem”, dedicada à sensibilização e à informação sobre imigração e refúgio. “O convite é para ir ao encontro, como gesto natural dos crentes que vivem uma fé Igreja em saída, para abraçar, escutar, apoiar, dar a mão, compartilhar trajetórias, alegrias, dores e fazer-se próximo”, afirmam os organizadores.

“A campanha ‘Compartilhe a viagem’ propõe incentivar as pessoas, homens, mulheres, crianças e jovens, de todos os credos e religiões, para irem ao encontro dos migrantes, colaborando na construção de uma cultura de Paz, a partir das histórias de vida e da diversidade cultural dos migrantes. Por isso, é importante enxergar os migrantes como oportunidade no projeto de reconstrução das sociedades”, situa o arcebispo de Aracaju (SE) e presidente da Cáritas Brasileira, Dom João José Costa.

Atendimento

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