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Escrito em 10/08/2018

Superlotação global

Em 1990 apenas dez cidades tinham mais de 10 milhões de habitantes; hoje esse número foi atingido por 33 cidades

Pedro Miskalo

Pedro Miskalo

Revista Mundo e Missão

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2050 será o ano em que o vertiginoso aumento da população provocará o colapso das maiores cidades. O relatório anual sobre a população mundial das Nações Unidas diz que naquele ano a população mundial atingirá um pico, para, depois, começar a diminuir. O relatório aponta que, até aquele ano, a população rural do mundo praticamente estará se deslocando em massa para as grandes cidades, colocando-as em risco de colapso.
 
Atualmente, Tóquio, com 37 milhões de habitantes, é a maior cidade do mundo, seguida por Délhi, na Índia, com 29 milhões, Xangai com 26, Cidade do México e São Paulo com 22 milhões de habitantes cada. Seguidas pelo Cairo, Mumbai, Pequim e Daca, com quase 20 milhões de habitantes cada.
 
De acordo com o estudo das Nações Unidas, a cidade destinada a se tornar uma megalópole sem fronteiras, com todos os consequentes problemas de higiene e ordem pública, é Délhi. Já em 2028 deverá superar Tóquio e todas as megalópoles da China, o país com a maior população do mundo.
 
Em 1990 apenas dez cidades tinham mais de 10 milhões de habitantes; hoje esse número foi atingido por 33 cidades. E, segundo o relatório, em 2030 serão 43 essas megacidades.
 
Por outro lado, não faltam lugares onde a tendência é inversa. Em Nagasaki, no Japão, e Busan, na Coréia do Sul, a população vem caindo desde 2000. O mesmo acontece em Varsóvia, Bucareste, Moscou e Kiev que, desde o começo do século, estão em constante retração populacional.
 
Revista Mundo e Missão – agosto 2018 – ano 25, nº 224, p.9

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